Delegação de Serra Leoa visita unidades da EPAMIG em Viçosa e Maria da Fé

A EPAMIG recebeu na última semana a visita de comitiva do Ministério de Agricultura e Florestas de Serra Leoa, país da África Ocidental. Além dos encontros com a diretoria da EPAMIG na sede da empresa, em Belo Horizonte, os serra-leoneses também se encontraram com a secretária de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Valentini, e com demais representantes da Seapa, da Emater-MG  e do IMA.

A delegação de cinco membros, composta por agrônomos e pesquisadores, teve como principal objetivo conhecer o modelo de agricultura tropical desenvolvido em Minas Gerais, especialmente a experiência bem-sucedida no manejo da lagarta-do-cartucho. No Brasil, a praga ataca, principalmente, a cultura do milho, mas em Serra Leoa está devastando, desde 2017, as lavouras de arroz, um dos principais grãos produzido no país.

Após encontros em Belo Horizonte, a comitiva de Serra Leoa seguiu viagem para conhecer as unidades da EPAMIG em Viçosa, região Sudeste, e em Maria da Fé, no Sul do estado.

Foto: Divulgação EPAMIG
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Delegação de Serra Leoa visita Minas para conhecer ações da agricultura do estado

(Belo Horizonte – 28/6/2019) A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e as instituições vinculadas (EPAMIG, Emater-MG,  e Instituto Mineiro de Agropecuária – IMA) receberam nesta semana, entre os dias 24 e 27 de junho, a visita de comitiva do Ministério de Agricultura e Florestas de Serra Leoa, país da África Ocidental.

A delegação de cinco membros, composta por agrônomos e pesquisadores, teve como principal objetivo conhecer o modelo de agricultura tropical desenvolvido em Minas Gerais, especialmente a experiência bem-sucedida no manejo da lagarta-do-cartucho. Aqui no Brasil, essa praga ataca, principalmente, a cultura do milho, mas em Serra Leoa está devastando, desde 2017, as lavouras de arroz, principal grão produzido no país.

Foto: Ascom EPAMIG
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Tecnologias de irrigação com economia de água são testadas no Semiárido Mineiro

(Belo Horizonte – 27/6/2019) – Um experimento realizado pela EPAMIG em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Mandioca e Fruticultura) está avaliando o desempenho da irrigação com déficit hídrico em fruteiras, como bananeira e mamoeiro. No projeto, em execução no Campo Experimental de Mocambinho, em Jaíba (MG), duas estratégias estão sendo testadas, a regulação do déficit de irrigação (RDI) e secamento parcial das raízes (SPR).

No secamento parcial das raízes, as mangueiras gotejadoras são trocadas de lado a cada sete (7) ou 14 dias, o que permite uma economia de água de 35% a 50%, quando comparadas ao sistema convencional. “Para as culturas testadas, a redução da lâmina d’água no processo de irrigação tem garantido os mesmos índices de produtividade ou números muito próximos dos encontrados com a lâmina de 100% da evapotranspiração”, informa o pesquisador da EPAMIG, João Batista Ribeiro da Silva Reis.

Foto: Ascom EPAMIG

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EPAMIG recebe visita de delegação da Polônia e discute ações de cooperação internacional

A delegação polonesa está em Minas por meio do Programa Internacional de Cooperação Urbana (IUC) para discutir temas como mineração, energia e inovação

(Belo Horizonte – 24/6/2019) Uma delegação composta por oito poloneses visitou a EPAMIG na manhã de hoje (24) para conhecer as pesquisas desenvolvidas pela empresa e pensar parcerias entre o estado de Minas Gerais e a Polônia. A visita fez parte da agenda da delegação que está em Minas com investimentos da Agência Europeia de Desenvolvimento (Eurada), por meio do Programa Internacional de Cooperação Urbana (IUC).

O objetivo do Programa é conectar cidades em diferentes países e incentivar a troca de soluções de problemas comuns. O IUC faz parte de uma estratégia de longo prazo da União Europeia de fomentar o desenvolvimento urbano sustentável em cooperação tanto com os setores público e privado, quanto com grupos comunitários e cidadãos.

Foto: Bruno Menezes

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EPAMIG aprimora rebanhos bovinos e fortalece a produção de carne e leite em Minas

Programas como o Pro-Genética e o Pró-Fêmeas proporcionam aos pequenos e médios produtores possibilidades de aumento de renda e melhoria da produtividade

(Belo Horizonte – 19/6/2019) Segundo um relatório publicado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Minas Gerais é o maior produtor de leite do Brasil. O estado é responsável pela produção de 26,1% da bebida consumida em todo território nacional. Minas também ocupa a vice-liderança no ranking efetivo de rebanhos de bovinos do país, atrás apenas do estado de Mato Grosso.

Para avançar ainda mais no setor agropecuário que injeta milhões na economia, Minas Gerais possui uma política pública de melhoria da qualidade genética do rebanho bovino comercial do estado. Os Programas Pró-Genética e Pró-Fêmeas atuam na criação de fluxos de comércio entre produtores e pecuaristas e na transferência de conhecimento para os participantes por meio de cursos, seminários e dias de campo.

Foto: Divulgação
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Cooperação técnica Minas-Japão abre possibilidades de parcerias para agricultura

A doação de um equipamento de alta pressão, voltado para o processamento de alimentos, está sendo negociada para a Epamig 

(Belo Horizonte – 18/6/2019) A secretária de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Maria Valentini, e o presidente em exercício da EPAMIG, Trazilbo de Paula, realizaram viagem de cooperação técnica ao Japão com o objetivo de conhecer tecnologias de ponta e equipamentos de alta pressão que podem ser utilizados na agroindústria e processamento de alimentos, além de iniciar os procedimentos para viabilizar a doação de um maquinário para a EPAMIG. 

A viagem foi realizada a convite da JICA, Agência de Cooperação Internacional do Japão, que desenvolve um trabalho de apoio a pequenas e médias empresas japonesas que possuem potencial de exportação de equipamentos.

Foto: Divulgação
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Tecnologia EPAMIG possibilita cultivo de morangos orgânicos no semiárido mineiro

De acordo com uma lista divulgada pela Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa), o morango é o segundo alimento com maior índice de contaminação por agrotóxico no Brasil. Por meio do Programa de Análises de Resíduos de Agrotóxicos de Alimentos, a Anvisa analisou mais de 2500 amostras de 18 tipos de alimentos diferentes. Segundo os resultados das pesquisas, quase um terço dos vegetais mais consumidos no Brasil apresenta elevado teor de agrotóxicos em suas composições.

Foto: Erasmo Pereira

Desde 2001 a EPAMIG realiza pesquisas com morangos no Norte de Minas, região do semiárido, com o objetivo de possibilitar o plantio da fruta em regiões de clima quente e seco. Por meio de experimentos conduzidos pela empresa, pesquisadores da EPAMIG concluíram que as altas temperaturas são fatores importantes para produção de morangos com uma redução drástica do número de agrotóxicos, isso porque o clima quente e seco inibe o desenvolvimento de doenças nas frutas.

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Minas Láctea 2019 reúne empresários, produtores e pesquisadores para oportunidades de negócios

O Minas Láctea 2019, um dos maiores eventos de laticínios do Brasil, ocorre entre os dias 16 e 18 de julho no Expominas de Juiz de Fora (MG). A edição deste ano contará com cinco eventos simultâneos: o 32º Congresso Nacional de Laticínios, a 44ª EXPOMAQ, a 44ª EXPOLAC, o 44º Concurso de Laticínios e a tradicional Semana do Laticinista que este ano completa 70 anos. Nesta edição, o evento ainda contará com um espaço de inovação para intensificar a troca de informações e apresentação de tecnologias da EPAMIG e de outros parceiros ao público.

O Minas Láctea já se consolidou no cenário laticinista brasileiro como evento que reúne representantes de indústrias e de universidades para networks e possibilidades de negócios promissoras. Para o coordenador da comissão científica do evento, Luiz Carlos Gonçalves, a programação deste está atenta aos novos rumos da indústria leiteira do país. “Pensamos em um programa que atenda a grande demanda por tecnologias e novidades acerca dos assuntos que envolvem a cadeia do leite”, declara.

Foto: ASCOM EPAMIG
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EPAMIG participa de projeto de fortalecimento da região do Ribeirão Jequitibá

(Prudente de Morais, 6/6/2019) A EPAMIG é parceira do Projeto Hidroambiental de Difusão de Sistemas Agroecológicos em propriedades rurais da região do Ribeirão Jequitibá. Com investimentos de mais de 280 mil reais, recurso que vem da cobrança pelo uso da água da bacia do Rio das Velhas, o Projeto atende os municípios de Capim Branco, Funilândia, Jequitibá, Prudente de Morais e Sete Lagoas, e atua com diferentes atividades em locais afetados por fatores prejudiciais à qualidade e quantidade de água.

O Campo Experimental de Santa Rita, em Prudente de Morais, abre suas portas para receber produtores rurais da região para atividades de visitas técnicas e pedagógicas. De acordo com a chefe geral da EPAMIG Centro-Oeste, Marinalva Pedrosa, a parceria rende bons frutos para todos. Por meio do Projeto, houve o beneficiamento de algumas áreas da EPAMIG, como a trilha ecológica e o banco de hortaliças e adubos.

Foto: CBH-Velhas. Tanto Expresso, Michele Parron
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EPAMIG dá apoio à equipe de avaliação de impactos do rompimento da barragem de Brumadinho

Os resultados obtidos até o momento permitem afirmar com segurança que não há evidências de que os rejeitos minerários oriundos do rompimento da Barragem 1 da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, tenham ultrapassado os limites do reservatório de Retiro Baixo e atingido o lago de Três Marias e o Rio São Francisco.

(Felixlândia, 5/6/2019) Entre os dias 9 e 16 de maio foi realizada uma expedição de campo para avaliar a extensão da área por onde se espalharam os rejeitos da Barragem 1 da Mina Córrego do Feijão, estrutura da mineradora Vale que se rompeu no dia 25 de janeiro deste ano em Brumadinho. A expedição, coordenada pela Polícia Federal, ocorreu ao longo dos Rios Paraopeba e São Francisco e contou com o apoio da EPAMIG Centro-Oeste.

Os mais de 30 profissionais membros da equipe ficaram hospedados no alojamento do Campo Experimental de Felixlândia. O gerente do Campo, Davi Moreira, acompanhou a equipe até o curso dos rios durante os oito dias de trabalho e ofereceu suporte logístico para a expedição. Ao todo, foram utilizadas três aeronaves, dois drones, seis embarcações, onze veículos terrestres, sensores espectrais, radiômetros e dois laboratórios de campanha.

Foto: Divulgação/Semad
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